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Escrito por Administrator   

Atendimentos Fonoaudiológicos em trio, dupla e individual

 

Atendimento em trio ou dupla

 

Esta abordagem clínica é utilizada pela Dra. Thaís há mais de 10 anos. Tem como objetivo aumentar a eficiência das terapias, a melhora dos pacientes e diminuir o tempo total de tratamento e o número de terapias.

Os pacientes são alocados em trio ou dupla, observando as características e natureza das suas dificuldades e patologias, como também faixa etária, nos casos em que se aplica.

Não há segregação quanto a plano de saúdes ou atendimentos particulares, podendo-se observar pacientes de planos regulamentados, particulares e/ou empresariais, consórcios públicos e pacientes particulares no mesmo trio ou dupla, tendo em vista a produtividade terapêutica apenas.

Os pacientes são tratados com outras duas pessoas ou uma que tenham dificuldades semelhantes as suas, de forma que possam contribuir com a evolução de cada caso. Trio é o tamanho ideal para evolução clínica, trazendo perspectivas do começo do tratamento, meio do caminho e etapa final. Esta formação permite todas as vantagens de se estar com outras pessoas, sem tirar nenhuma perspectiva da necessidade individual de cada um, sua participação, atenção e contribuição. Em certos casos, a Dra. Thaís estabelece duplas para atingir objetivos estratégicos específicos durante a terapia.

 

O intuito é maximizar os resultados para os pacientes. Existem pontos principais de melhora a serem ressaltados:

- Auto-percepção. Grande aumento da auto-percepção de cada paciente: muitos problemas com os quais os pacientes chegam são pouco percebidos ou não percebidos pelo mesmo, uma vez que são práticas do seu dia a dia. Ao trabalhar com pacientes que tem um problema semelhante (em estágios diferentes de evolução), o indivíduo começa a perceber melhor em si mesmo o que pode observar no outro.

- Desinibição. Em todas as faixas etárias é perceptível o aumento na desinibição. Em alguns casos, ao realizar certos exercícios, as pessoas podem se sentir embaraçadas por se tratarem de movimentos que são incomuns, alguns acham até mesmo cômicos. Ao interagir com pessoas que já estão em estágio mais avançado e não tem problemas em fazer os procedimentos, os mesmos sentem-se livres para a execução.

- Aprendizagem. Entender e aprender sobre suas dificuldades é imprescindível para superação das mesmas. Ao relacionar-se com pessoas em estágios diferentes de evolução, o paciente recebe informações, aprende com dúvidas de outros, com suas experiências, suas dificuldades, suas percepções como pacientes, que passam por situações muito similares. Recebendo muitas informações que não receberia no trabalho individual.

- Apoio e Motivação. Os pacientes em trio ou dupla apoiam-se e motivam-se durante o tratamento. Durante a progressão do tratamento, são desenvolvidos relações entre estes, onde um apoia e incentiva o outro, dando exemplo, ajudando a superar dificuldades pelas quais já passaram, transmitindo suas experiências com as dificuldades durante o progresso.

- Percepção de evolução e resultados: Ao deparar-se com problemas semelhantes em diferentes estágios, o paciente passa a ter compreensão da evolução de seu caso, conforme um paciente recebe alta e outro inicia o processo, o paciente consegue perceber claramente sua evolução em relação aos demais. Em certos casos, um paciente decide fazer ou não fazer, ou negligencia exercícios que deveria fazer fora de terapia. Ao perceber o desenvolvimento de outro paciente que não negligenciou ou cessou com exercícios, este percebe a importância da dedicação e conscientiza-se da importância de todo o processo terapêutico.

 

Trabalho individual x trio ou dupla

 

O trabalho individual diante de trio ou dupla não apresenta nenhum ponto superior. Uma vez que em trio ou dupla, cada paciente recebe toda atenção individual necessária para seu tratamento, e o trabalho individual deixa de ter as vantagens anteriormente citadas.

O trabalho individual requer mais tempo de ambientação do paciente, principalmente em pessoas mais tímidas e crianças, os quais, ao se identificar com outra pessoa com dificuldades similares, conseguem se envolver mais rapidamente e, consequentemente, se dedicar ao tratamento, diminuindo o tempo e quantidade de sessões para alta.

No tratamento individual a percepção acerca do próprio problema e suas dificuldades pode ficar diminuída ou mesmo comprometida, o que varia de paciente para paciente. Sem si perceber, o paciente evolui mais lentamente, aumentando o tempo de tratamento e o número de terapias. Tratamentos prolongados tendem a trazer cansaço e desmotivação aos pacientes. Muitas das vezes, os pacientes quebram o tratamento, voltando tempos depois. Ao retornar, em vários casos observa-se o retorno das dificuldades ou mesmo aumento delas. O que pode se observar em longo prazo é um aumento muito grande de tempo de tratamento e número de sessões necessárias. Existem casos onde a dificuldade do paciente, mesmo em trio ou dupla, pode haver uma evolução lenta, devida a natureza da patologia. O paciente, nestes casos, pode apresentar cansaço e desmotivação, todavia ele conta com o exemplo dos companheiros, com suas palavras de encorajamento, com a experiência daqueles que já estão mais à frente no tratamento (que também contaram com outros que já tiveram alta) e isso aumenta a eficiência da terapia, evita quebras, e, a longo prazo, encurta o tratamento e diminui o número de sessões necessárias. Este apoio e encorajamento se demonstra um dos principais fatores de sucesso entre os adultos, ao lado da auto-percepção aumentada.

Entre as crianças, temos ainda a disposição para o tratamento e a disciplina/dedicação. As crianças apresentam grandes dificuldades no início de terapias individuais para se envolver e praticar os exercícios para seu caso. Ao se deparar com outras crianças, elas passam a si envolver voluntariamente. O processo de terapia acontece de forma lúdica, as crianças tem o desejo de fazer a terapia, os exercícios, de se envolver nas atividades e de fazê-los corretamente. Além de se sentirem importantes quando ajudam seus colegas, explicando e observando durante as terapias. Elas passam a seguir os exemplos e buscam si tornar os modelos para os que estão chegando. O envolvimento é muito maior e a resposta terapêutica é muito melhor, diminuindo o tempo de tratamento e o número de sessões.

 

Concluindo é para o melhor interesse de todos os envolvidos no tratamento a abordagem em trio ou dupla. O tratamento individual tem seu espaço, porém é dedicado apenas para casos onde este é a melhor escolha. Na grande maioria dos casos, o tratamento em trio e dupla é muito melhor que o individual, por esta razão está é a opção de tratamento realizada pela Dra. Thaís para maioria dos casos. Abordagem esta, carregada de muitos anos de experiências, especialização, cursos, congressos, aperfeiçoamentos, capacitações e inúmeros casos de sucesso. Casos específicos, onde a abordagem individual é a melhor opção para o paciente, a Dra. Thais opta pelo tratamento individual. Priorizamos sempre o bem estar e a saúde de nossos pacientes.

 

Assista ao relato de experiência de Mário Lúcio de Avelar, Advogado, paciente na Bless.